Alô 6° ano!

Publicado em: 01/09/17

Alô 6° ano!

A passagem do 5° para o 6° Ano do Ensino Fundamental representa um marco na vida dos alunos. O ingresso ao 6° ano implica uma série de mudanças com a quais aluno e família deve lidar de forma consciente e tranquila, de modo a garantir uma atitude positiva frente a uma nova etapa que ora se inicia.

A principal diferença entre as duas etapas é a maior quantidade de professores e a organização do aluno em relação aos horários e materiais necessários de acordo com as disciplinas do dia. Depois de conviver a maior parte do tempo na escola com apenas um professor em sala de aula durante anos, a troca para até dez deles parece algo bem difícil.

Assim, a fim de que o próximo ano letivo aconteça de forma harmoniosa, procuramos preparar nossos alunos para o ingresso na rotina diária do Ensino Fundamental II, com a inserção de alguns combinados no dia a dia dos alunos, em busca de uma autonomia escolar. O contato com os professores do 6° ao 9° ano nas aulas especiais e os momentos de interação com os alunos, contribuirá para amenizar a ansiedade gerada, esclarecendo muitas dúvidas.

No entanto, apesar de todo o trabalho de transição que a Escola propõe aos alunos do 5° para o 6° ano, ainda existem outras influências que contribuem para a insegurança de muitos alunos que ingressam no 6º ano. Assim como a infância, a adolescência também possui fases que precisam ser contempladas. Dr. Içami Tiba afirma que a adolescência é marcada por uma grande turbulência hormonal e, que esta também é responsável pelo amadurecimento biopsicosocial, o que irá permear todo o amadurecimento para o desenvolvimento da aprendizagem, das relações sociais no meio familiar e escolar do aluno.

Nesse momento, faz-se necessário um maior acompanhamento dos pais em relação a organização. Ajudar na conferência do dia escolar, conferir com eles o material a ser levado para a escola, os dias e conteúdos a serem estudados para as provas, e não se incomodar com as “trapalhadas” que eles vivem, pois faz parte. Eles precisam de muito apoio e sentir que não estão sozinhos, pois são capazes de completar mais uma etapa do seu desenvolvimento escolar e biológico, com tranquilidade.

“Quando a escola, o pai e a mãe usam a mesma linguagem e têm valores semelhantes, demonstram uma segurança e coerência extremamente favorável ao seu desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a escola assume para a criança um lugar de aliada, como mais uma interessada em seu bem-estar.” (Içami Tiba)

 

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